segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Um domingo...


Passei o final de semana na casa de uma amiga, chefe, mãe do coração.
No domingo de manhã, ela abriu a janela e me chamou para ver o movimento da pracinha. Que vista privilegiada!
As crianças brincando, os adultos conversando, ou então, namorando...
Um domingo daqueles que aqui em Campos, só vemos em novelas ou no jardim São Benedito, mesmo assim, é raro.
O que me deixou encantada foi a naturalidade das pessoas, o sorriso no rosto. Os pais nem olhavam as crianças direito, ficaram reunidos em um lugar conversando.
Mas... minhas sobrinhas, ficaram em casa, não desceram, momento algum, para brincar, pois escutam que ali não é um lugar seguro. Vivenciei duas realidades... A felicidade das pessoas que nem ali moram e minhas sobrinhas em casa, deitas vendo tv ou então, no computador, ou seja, não fizeram nada de diferente em um domingo.
Engraçado que no meu tempo de criança, domingo era dia de almoçar com a familia ou ir a rua brincar com os colegas.. Rua mesmo, de ter que ficar vigiando se carro vinha ou não.
A gente não tinha esse medo que as crianças já tem desde cedo.
Era natural ficar na rua, ir a casa de tio e tia para brincar com os primos, fazer bagunça até cansar e depois comer um delicioso lanche preparado pela tia que a gente escolhia.
Que tal revermos um pouco o que passamos para os nossos filhos?
Ter cuidado todos temos que ter, mas será que naquela hora as meninas não poderiam está na pracinha brincando como as demais?

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